O Islã e as charges

23/2/2006
Tiago Bana Franco

"Congratulo o migalheiro Plínio Zabeu pela coragem de expor fatos já esquecidos pela inteligência tupiniquim sobre a criação do Estado de Israel e sobre a 'Guerra dos Seis Dias'. Aproveito, também, para esclarecer que concordo com seu raciocínio; mas discordo da conclusão que dele extraiu. Os islamitas não precisam de nada para que se sintam provocados. Se hoje as charges do profeta motivam-nos à guerra, amanhã será uma simples Igreja, e depois de amanhã o singelo fato de alguém professar outra religião. Disso, infiro que não há como contentá-los, não há como deixar de provocá-los, não há como olvidar a opção que o atual Islamismo dá ao 'pagão': a conversão ou a espada. Não quero, com isso, achincalhar o Islamismo como se se tratasse de uma religião em si mesma intolerante. Busco simplesmente demonstrar que uma religião professada por mais de um bilhão de pessoas, mas cujo livro sagrado só é compreendido por cerca de dez por cento de seus fiéis, pois só esses míseros dez por cento lêem e entendem a língua árabe, pode tornar-se uma excelente máquina de terror nas mãos de governantes inescrupulosos."

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