Vestimenta

10/5/2019
Luiz Maurício Oliveira Bastos

"Isso não é só lamentável, mas se constitui uma agressão às mulheres (Migalhas 4.599 – 10/5/19 – Uma roupa, um problema). Ficarem ao alvedrio do que entendem os emissores de 'portarias' e regulamentos sobre o que seja 'apropriado ao decoro, à moral e aos bons costumes', segundo o entendimento e os valores pessoais deles mesmos (e depois dos funcionários que têm que fazê-las cumprir) é pisotear na liberdade das mulheres. Essa questão deveria ser tratada com base no bom senso (das próprias interessadas e na cosnsciência que tem de suas posições), limitando-se Cortes e demais órgãos que sejam a fazer a representação que entenderem cabível à entidade fiscalizadora da atividade (a qual já deveria ter tomado uma posição mais enérgica em defesa das advogadas), onde se pode contar com a averiguação adequada, plural, abalizada, por seus pares, também advogadas etc.; e não serem todos os dias achincalhadas em público nas entradas dos fóruns Brasil afora."

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