Eleições 26/10/2022 Cleanto Farina Weidlich "Inadmissível, injustificável, inaceitável, incompreensível e acima de tudo inconstitucional, o julgamento do pleito eleitoral. Justiça aparelhada e parcial não pode continuar autorizada pelo poder constituinte, que nada mais é, do que o poder recebido por outorga do povo brasileiro. Como o Senado não atua e exerce o seu poder, compete ao Poder das Forças Armadas, em contrapeso ao exercício dos abusos e indisfarçável parcialidade e ativismo judicial, patrocinado pelo STF e pelo TSE., que é formado por extensão, e colocar ordem na casa, sob pena de comprometimento de forma definitiva e irrecuperável dos nossos mais sagrados valores e princípios republicanos. Todo o conjunto tem que ser interditado e afastado das suas funções, para no passo seguinte serem tomados e investigados com aprofundamento vertical das provas, e, sempre com muita observância e obediência ao contraditório e respeito ao devido processo legal. O momento atual da vida republicana exige a revogação imediata da outorga do poder popular aos seus infiéis mandatários, que o Exército Nacional tome as medidas constitucionais cabíveis. O candidato representante da esquerda, quando foi reabilitado por esses mesmos juízes que hoje se apresentam como protagonista desse filme de terror, em termos de condutas abusivas, autoritárias, ilegais e inconstitucionais, é apenas uma peça da engrenagem do mecanismo, que passa nesse momento histórico tentando ressurgir das cinzas das práticas da corrupção, que fizeram terra arrasada nas finanças públicas, em busca de um lenitivo para aplacar a síndrome da abstinência do assalto aos cofres da Nação, ou seja, do nosso dinheiro, da nossa riqueza, da nossa saúde, segurança, educação, em prejuízo e dano irreparável da vida republicana. Em seu clássico estudo acerca da Luta de Pelo Direito, surgido em oratória perante a Comunidade Jurídica em Viena, R. V. Ihering, fala sobre o campônio que permite que o seu vizinho invada e se aposse de um palmo de chão. E o esbulhado não luta pelo seu direito. Em consequência dessa inércia, no passo seguinte ele irá perder a sua posse toda. Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles. O mesmo retrato dessa analogia está ocorrendo nesse momento da vida republicana, ou seja, nunca jamais a sociedade civil brasileira poderia ter aceitado a decisão do STF., sugerida em voto pelo Min. Facchin, descondenando o ex-presidente Lula e reabilitando em face a decisão totalmente inconstitucional e ilegal, os seus direitos políticos. O mesmo fizeram no impedimento da ex-presidente Dilma, quando foi cassada e não houve em consequência a interdição dos seus direitos políticos, como aconteceu no impedimento do ex-presidente Collor. Os tempos atuais demandam e nos fazem recordar a época do Direito Medieval, principalmente, quando se constata que não está sendo respeitado o princípio acusatório e a obediência ao devido processo legal, com prisões sumárias e sem direito de defesa prévia ou instrução probatória por crime de opinião. A nós da planície só um Deus nos salve e mais nada!" Envie sua Migalha