Educação

23/7/2007
Olavo Principe Credidio - OAB nº 56.299/SP

"Venho analisando todos estes anos o porquê de a Educação vir sendo marginalizada nos aumentos. Obviamente, se aumentam demais uns, restringem o aumento da classe menos favorecida politicamente. Cheguei à conclusão de que há um verdadeiro complô contra a educação motivado por questões políticas salariais. Não sei se deve-se somente a interesses subjetivos de ganhar mais, ou se é atendido o 'lobby' das escolas particulares. Ponho-os sob suspeição, pois não posso provar. Na verdade o que eu vejo é que o magistério público é totalmente marginalizado, enquanto o Judiciário, por exemplo, tem aumentos substanciais, inconstitucionais, acumpliciado com a Assembléia Legislativa, como se pode ver do anexo, da ação popular que pretendo mover junto ao Colendo STF. Mais uma vez, exponho-me pessoalmente, como fiz quando promovi ação contra a nomeação ilegítima de cerca de 600 supervisores pedagógicos, e que ganhei de 11 x 0 e 9 x 0 no Colendo STF, sem que os governos paulistas, todos eles, cumprissem a decisão politicamente, e que exprobro no meu livro 'A Justiça Não Só Tarda...Mas Também Falha'. Faço-o porque os órgãos de classe nada fazem: APEOESP, CPP e UDEMO. Fui diretor de um deles, APEOESP, mas afastei-me porque não concordei em que se tornasse sindicato em vez de lutar pela classe, afora partidarismos."

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