Negligência paterna, homicídio não intencional e perdão judicial 26/7/2007 Filipe Antônio Marchi Levada - Pinheiro Neto Advogados "Prezados senhores, comento abaixo a nota (Migalhas nº 1703 - 25/7/07 - "Esquecimento?!" – clique aqui): 'Esquecimento ?! O criminalista Luiz Flávio Gomes traz para as páginas virtuais deste rotativo a análise acerca da conduta daquele que esquece o filho dentro do carro, gerando sua morte. Qual deve ser o tratamento dado ao genitor (porque evidentemente impróprio chamá-lo de "pai"), sob a ótica penal ? Clique aqui para saber.' A meu ver, absurdo e absolutamente desnecessário o tom dado ao caso, até porque o texto não tem nada que ver com a chamada. Ao contrário, o douto Professor Luiz Flávio Gomes procura enfatizar que a razão do perdão é a pena natural já imposta ao agente (isto é, ao 'pai', pois fosse 'genitor' não teria sofrido conseqüência alguma). Mais: se a pena natural já foi imposta, não deveria este Informativo procurar aumentá-la, fazendo julgo subjetivo de situação que, por si só, já é por demais penosa ao agente. Com o devido respeito, não se faz ironia com a dor alheia. Leio Migalhas exatamente porque V. Sªs. normalmente têm postura diversa, tratando com humanidade os temas que requerem este cuidado. Leio, gosto e recomendo. Lamentável e bastante decepcionante. Com respeito." Envie sua Migalha