Thales Ferri Schoedl 24/10/2007 Fábio de Oliveira Ribeiro "Não pretendia voltar ao assunto do promotorzinho, mas o comentário feito pelo Conrado obrigou-me. Aprendi a usar armas na infância, pois meu avô as concertava e fabricava. Mesmo assim nunca me senti atraído pelo uso de armas de fogo, justamente pelo fato de que meu avô sempre enfatizou o fato de que seu uso só produz cadáveres. Todas as vezes que me vi na mesma situação que o promotor apelei para a diplomacia ou para uma retirada inofensiva. O tal promotor optou pelo confronto e usou uma arma de fogo: suas vítimas estavam desarmadas. Não há equivalência entre os meios que ele empregou e os que estavam á disposição da vítima. Portanto, segundo meus modestos conhecimentos de Direito Penal, sob o ponto de vista jurídico a tese de legítima defesa não poder ser acolhida. Mas é claro que ele poderá contar com o corporativismo e com a ajuda de seu amigo, advogado ou partidário Conrado de Paulo." Envie sua Migalha