Escutas telefônicas 18/9/2008 Wilson Silveira - CRUZEIRO/NEWMARC PROPRIEDADE INTELECTUAL "'O preço da liberdade é a eterna vigilância', prezado dr. Olavo Príncipe Credídio, era o tema, também, do livro de Orwell, '1984', no qual o 'grande irmão', obrigava a todos terem em suas casas as 'teletelas', muito melhores do que as anacrônicas escutas telefônicas, pois que em tempo real. Lá, naquela época, nem havia essa discussão sobre as tais maletas. As teletelas viam tudo mesmo e, ao que se saiba, gravavam tudo. Tinha aquela chateação de não se poder pensar diferente, o que era crime, o 'crimidéia', palavra em 'novilíngua'. Mas, aqui no Brasil até já se usa uma 'ovilíngua'. Basta assistir televisão. Só que lá, naquela época, os cidadãos, e seus filhos, reclamavam de serem espiados, ou escutados, diferentemente daqui, onde há cidadãos, e seus filhos que, por acharem que não têm nada a esconder, até recomendam uma 'grampagem' geral, em nome da segurança do país, a que se dá o nome de 'eterna vigilância', preço barato, dizem, a pagar pela liberdade, isso se quisermos ter uma 'verdadeira' democracia, legítima. Cruz credo, que confusão. Pé de pato, mangalô treis veis..." Envie sua Migalha