Migalheiros

22/9/2008
Luiz Domingos de Luna

"Meu Pai

 

Posso chamar de Pai

A Vida ele me deu

Na construção do meu eu

O respeito vem e vai

 

Fica a recordação

Do lindo ensinamento

O Meu sentimento

Sempre no coração

 

Na selvageria social

A Bondade ele expressa

Uma vida que começa

Ao primeiro sinal

 

Difícil civilidade

Implantar na geografia

Serenidade e sabedoria

No Opaco olhar da cidade

 

Oh! Ingrata geração

Para dar alinhamento

O Brilho do Conhecimento

O Pulsar da gratidão

 

Caldo cultural deficiente

Espaço rústico de dor

Cuidai mestre, Meu Senhor

Na seleção da semente

 

Viajaste hoje ao mundo celestial

A Paz e o ensinamento

Quebrando sempre correntes

Plantando boas sementes

Num mundo desigual"

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