Exame de Ordem 26/9/2008 Ricardo Kalil Lage "Se a necessidade do Exame da Ordem é evitar a inclusão de profissionais incapacitados no mercado, acredito que o atual modelo de avaliação da OAB não avalia a capacidade jurídica de nenhum candidato. O fato de o aluno responder corretamente questões teóricas, não significa que ele estará apto a atuar como profissional. Trata-se de mais uma prova em que a 'decoreba' irá prevalecer. Talvez a solução seja aumentar a duração do curso por mais 12 meses. Neste último ano, o aluno deverá atuar exclusivamente no atendimento à comunidade, numa intensa e real prática forense. As atuais aulas de prática são absolutamente insuficientes para o fim colimado. Sugiro uma espécie de 'residência jurídica'. Um ano de efetiva atuação no atendimento ao cliente, bem como na feição de peças e participações em audiências, com a supervisão da Instituição de Ensino e subordinados à respectiva seccional da OAB. Sendo a atuação do aluno aprovada pelos responsáveis da Instituição e da OAB, este bacharel certamente estará mais preparado para enfrentar o mercado de trabalho do que aquele aluno que aprendeu a decorar o integral texto da lei. Saudações a todos." Envie sua Migalha