sexta-feira, 24 de abril de 2026

aspas

Só merece existir o que tem vida, / Latente, embora, oculta, adormecida, / Mas pronta, num momento a reflorir. / O que, de vez morreu, é poeira ao vento, / Eco distante do último lamento / Que não se torna, jamais, a ouvir.

Só merece existir o que tem vida, / Latente, embora, oculta, adormecida, / Mas pronta, num momento a reflorir. / O que, de vez morreu, é poeira ao vento, / Eco distante do último lamento / Que não se torna, jamais, a ouvir.
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REFERÊNCIA
Trecho retirado do livro "Sol de inverno. 1955."
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