Tendo vivido muito, os velhos sabem que todo o esforço humano é inútil e vão: e, sem torturas no pensamento, sem desejos na carne, esperam a morte, com a mesma tranquilidade com que esperam o almoço, o jantar e o sono de cada dia.
Trecho retirado do livro "Bilac, o Jornalista: Crônicas: Volume I. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, Editora da Unicamp, 2006."