Para quem quer que tenha alguma noção de cousas políticas, é evidente que as constituições não são códigos de lei petrificados, imobilizados, por assim dizer, nos quais cada um dos crentes vai achar consubstanciado, com uma clareza sobre-humana, cada um dos artigos da sua fé. Essas organizações, pela extrema condensação a que são obrigadas, estão naturalmente sujeitas nas suas interpretações à variação do sentir, que o espírito humano ainda não descobriu meios de evitar.