A ciência dos erros alheios é fácil se se emendar sem ódio, nem interesse; a dos erros próprios é muito difícil, porque sempre o julgamos subornados do próprio amor. Os alheios conhecemo-los com o juízo livre, os próprios com o entendimento cativo: os alheios vemo-los como juízes, os próprios como namorados.