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Operação Spoofing

STF: 2ª turma julgará acesso de Lula a mensagens na próxima terça

Recentemente, o ministro Lewandowski garantiu o acesso de Lula aos arquivos e retirou o sigilo das mensagens. Agora o caso será analisado pela 2ª turma.

Da Redação

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Atualizado às 18:29

Está pautado para a próxima terça-feira, 9, ação que envolve o acesso de Lula aos arquivos e mensagens da operação Spoofing, aquela que investiga a invasão de dispositivos eletrônicos de autoridades.

O ministro Ricardo Lewandowski, relator, foi quem deliberou recentemente na ação. Em dezembro do ano passado, Lewandowski garantiu acesso de Lula aos arquivos e, na última segunda-feira, retirou o sigilo das mensagens que estavam nos autos do processo.

 (Imagem: Reprodução)

(Imagem: Reprodução)

A retirada do sigilo movimentou a Lava Jato e o ex-juiz Sergio Moro. Na última quinta-feira, Deltan Dallagnol, ex-chefe da Lava Jato em Curitiba, e mais seis procuradores fizeram petição no STF para que Lula não tenha acesso a arquivos da operação Spoofing. 

Nesta semana, Moro acionou o STF, por meio de reclamação, e pediu que o processo da operação Spoofing, que investiga a invasão de dispositivos eletrônicos de autoridades, seja retirado do gabinete do ministro Ricardo Lewandowski e enviado ao ministro Edson Fachin. Agora caberá a 2ª turma deliberar sobre o tema. 

 (Imagem: Carlos Moura/SCO/STF )

(Imagem: Carlos Moura/SCO/STF )

Mensagens

Como o conteúdo se tornou de conhecimento público, Migalhas compulsou as mensagens. Em um dos trechos separados, datado de 27 de fevereiro de 2016, procuradores colocavam em xeque a atuação de ministros do STJ. "Dizem que é assim que funciona no STJ", disse Paulo Galvão sobre propina para assessores.

Em outro bloco de mensagens, também de 2016, Moro pergunta se a denúncia contra Lula seria "sólida" o suficiente. Em outro momento, orienta Deltan a validar as provas na PF. Na vexatória troca de conversas, Deltan diz ao juiz como conduzir o interrogatório de um réu.

Em fevereiro de 2016, época em que o telefone de Lula estava grampeado, os procuradores fizeram uma tremenda confusão envolvendo os nomes de Dilma Rousseff e Rosa Weber.

 

 

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