Rodrigo Badaró assume como ouvidor nacional adjunto do CNJ
Atuação será focada em inteligência artificial, proteção de dados e diálogo com a sociedade.
Da Redação
terça-feira, 14 de abril de 2026
Atualizado às 18:15
O conselheiro do CNJ Rodrigo Badaró foi eleito ouvidor nacional adjunto do órgão, passando a atuar ao lado de Marcello Terto, que assumiu a Ouvidoria Nacional em fevereiro.
Indicado pelo Senado para o biênio 2025-2027, Badaró terá atuação voltada a temas como inteligência artificial e proteção de dados no âmbito do Judiciário.
Entre as atribuições do cargo, estão o encaminhamento de demandas relacionadas à inteligência artificial ao Comitê Nacional de IA do Judiciário e a atuação em temas ligados ao tratamento de dados.
“O CNJ exerce um papel essencial na construção da harmonia entre os agentes do Sistema de Justiça, especialmente diante dos desafios contemporâneos. A Ouvidoria tem função estratégica nesse processo, ao promover diálogo, transparência e respostas qualificadas à sociedade, com atenção especial a temas como inteligência artificial e proteção de dados”, afirma Rodrigo Badaró.
Biografia
Badaró foi Conselheiro Federal da OAB pela seccional do Distrito Federal por duas gestões, com atuação em diversas comissões temáticas. Atualmente, preside a Comissão Especial de Proteção de Dados do Conselho Federal da OAB e coordenou o ONCiber - Observatório Nacional de Cibersegurança, Inteligência Artificial e Proteção de Dados.
Também integrou o CNMP até 2024, por indicação da OAB Nacional para preenchimento de uma das vagas destinada à advocacia. Integra ainda o CNPD - Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, órgão consultivo da ANPD.






