MIGALHAS QUENTES

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8.jun.2011

Conar cria normas éticas para apelos de sustentabilidade na publicidade

Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje, em sua sede, em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade. O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.

8.jun.2011

TST - Advogado é absolvido de indenização por acusar escritório de monitorar empregados

Acusar de monitoramento ilegal a empresa em que trabalhava provocou a condenação de um advogado ao pagamento de uma indenização de R$ 5 mil à Rocha Albuquerque Advogados Associados. No entanto, a condenação fixada pela 35ª vra do Trabalho de Belo Horizonte/MG não se manteve quando a questão foi examinada pelo TRT da 3ª região, e o recurso da empresa ao TST não conseguiu restabelecê-la.

8.jun.2011

Na visita de Peluso ao Senado, parlamentares sinalizam apoio à "PEC dos Recursos"

Uma "revolução pacífica" para melhorar a eficiência da Justiça brasileira contra um "sistema jurisdicional perverso e ineficiente": essa foi a defesa que o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, fez em nome da PEC 15/11, conhecida por PEC dos Recursos. Ontem, 7, na CJC do Senado, o presidente do Supremo falou aos senadores sobre a proposta, idealizada pelo ministro Peluso e acolhida no Senado pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB/ES), que propõe o fim dos recursos que atrasam a execução das sentenças judiciais por razões meramente protelatórias.

8.jun.2011

STJ - Participação da Abin tornou ilegais investigações da Operação Satiagraha

A 5ª turma do STJ considerou ilegais as investigações da Operação Satiagraha e anulou a ação penal em que o banqueiro Daniel Valente Dantas, do grupo Opportunity, havia sido condenado por corrupção ativa. Por três votos a dois, os ministros decidiram ontem, 7, que a operação da PF foi ilegal em razão da participação de funcionários da Abin - Agência Brasileira de Inteligência e que, por isso, as provas reunidas na investigação não podem ser usadas em processos judiciais.