14.fev.2010
Em decisão unânime, a 5º turma do STJ decidiu que é caso de ação penal pública incondicionada - situação em que o MP decide pelo oferecimento da denúncia sem que seja necessário o depoimento da vítima ou demais representantes - a tentativa de estupro cometida pelo suposto padrasto contra uma adolescente de 14 anos. A Defensoria Pública do RS argumentou que o MP seria ilegítimo, neste caso específico, para ajuizar a ação penal, uma vez que a chamada "união estável", que poderia comprovar a condição de o réu ser padrasto da vítima, não ficou devidamente demonstrada nos autos.