MIGALHAS QUENTES

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26.nov.2008

STJ vai examinar caso que discute compra de um banco por outro

O primeiro processo a ser julgado no STJ que discute compra de um banco por outro deverá ser examinado pela Primeira Seção, especialista em Direito Público e composta de 10 ministros. A decisão foi tomada hoje, por unanimidade, pela Segunda Turma do STJ, que vai examinar recurso especial contra o Cade no qual o Banco de Crédito Nacional S/A - BCN e Bradesco S/A discutem a legalidade da decisão que determinou a aplicação complementar da Lei Bancária (4.595/64)e da Lei Antitruste (8.884/94) ao caso.

26.nov.2008

STJ aplica a teoria da eficácia contratual em relação a terceiros em contratos administrativos

A Segunda Turma do STJ aplicou a teoria da eficácia contratual em relação a terceiros em uma ação envolvendo a Caixa Econômica Federal - CEF e um mutuário do Sistema Financeiro de Habitação - SFH. É a primeira vez que tal orientação é dada pelo STJ a contratos administrativos. A Turma negou provimento a recurso especial em favor da CEF, interposto contra acórdão do TRF da 5ª região.

26.nov.2008

Acordo em ação não impede indenização por acidente de trabalho

Para a Terceira Turma do TST, o acordo firmado entre as partes em ação trabalhista antes da Emenda Constitucional nº 45, de 31 de dezembro de 2004, não quita eventuais indenizações por danos morais e materiais em acidente de trabalho. Isso porque só depois da edição dessa emenda os processos envolvendo acidente de trabalho passaram a ser julgados na Justiça do Trabalho - antes eles eram analisados pelo juízo cível.

26.nov.2008

Yazbek defende combinação de auto-regulamentação e controles do Estado sobre mercado

O advogado Otávio Yazbek, que teve seu nome aprovado nesta terça-feira, 25/11, para o cargo de diretor da Comissão de Valores Mobiliários - CVM pela Comissão de Assuntos Econômicos - CAE, defende para o Brasil a adoção um arranjo institucional que combine a auto-regulação dos mercados com regras definidas pelo Estado. Para ele, falar em auto-regulamentação não representa defender irrestrita liberalização dos mercados.