TUDO SOBRE
A adequação do nome e gênero do menor transgênero deve assegurar proteção integral, respeito à sua dignidade e autonomia progressiva.
O bloqueio puberal em adolescentes trans evita características sexuais indesejadas, reduzindo intervenções invasivas no futuro, porém o CFM o proíbe. As famílias têm recorrido ao Judiciário.
No Brasil, a mais recente norma regulamentadora da matéria na área da saúde é a resolução 2.265/19, do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual considera identidade de gênero o reconhecimento de cada pessoa sobre seu próprio gênero.
É imprescindível que os genitores, antes de optarem pela reprodução assistida que trará ao mundo um bebê compatível com o filho doente, já nascido, devem ter integral certeza de que este novo filho será amado em razão dele mesmo.