Pílulas

BTG Pactual

Um dos casos mais aberrantes de erro judiciário, e que aguarda pronto desfecho para breve.

13/3/2018

Os cadernos de economia dos jornais de ontem trouxeram os alvissareiros planos do BTG Pactual. A ideia, segundo se lobriga, é focar posições de investimento na América Latina. E as reportagens sobre a festejada instituição financeira não escamotearam que houve grande perda (estamos a falar de bilhões) com a prisão estulta e inexplicável do banqueiro André Esteves, a partir de fantasiosa delação do inefável Delcídio do Amaral. Pois bem, a prisão se mostrou indevida, tanto que o saudoso ministro Teori, levado a erro por uma sucessão de falhas, reconheceu o equívoco e reviu sua própria decisão segregatícia.

Absolvição, ainda que tardia

Depois da investigação do caso acima, e percorrido o penoso caminho do processo penal, mais ainda se confirmou o erro judiciário, crasso erro, tanto assim que o MPF, vale dizer, o titular da ação penal pediu, em 1º de setembro de 2017, em suas alegações finais, a absolvição do banqueiro André Esteves. O magistrado Ricardo Leite, da 10ª vara Federal do DF, ainda não deu a decisão absolutória e a consequente ordem de arquivamento, mas espera-se que o faça nos próximos dias, pois os migalheiros que operam no Direito sabem a angústia dos homens de bem ao serem injustamente acusados. No caso de André Esteves, um genial matemático, empresário aplaudido no mundo todo, pai de família amoroso, no caso dele a injustiça ainda se multiplicou nos infamantes dias de indevido cárcere.

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