Há 89 anos, em 30 de setembro de 1937, o governo de Getúlio Vargas divulgou a existência do chamado Plano Cohen, documento que descrevia uma suposta conspiração comunista para tomar o poder no Brasil.
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Apresentado como uma ameaça real à segurança nacional, o texto era, na verdade, uma falsificação produzida no ambiente integralista e foi utilizado para alimentar o temor de uma insurreição comunista.
Sua divulgação serviu de justificativa para o endurecimento político do governo e para a decretação de medidas excepcionais. Pouco mais de um mês depois, em 10 de novembro, Vargas deu um golpe de Estado, fechou o Congresso Nacional e instaurou o Estado Novo, regime ditatorial que permaneceria até 1945.