Consultor Jurídico da CBF. Advogado. Mestrando em Economia e Gestão do Esporte (IDP). LL.M. em Direito Empresarial (FGV). Bacharel em Direito (UFRJ), Magna cum Laude.
US$ 30 milhões de multa, cinco drafts e o dono suspenso: por que a NBA tratou o patrocínio de parte relacionada como ataque à competição, e o que isso diz às SAFs.
A devolução dos relógios pela seleção mexicana expõe o valor econômico da integridade e explica por que governança e compliance viraram condição de sobrevivência do futebol-empresa.
A Receita admite o lucro presumido para os eventos tributáveis fora do TEF, mas computa todas as receitas no limite legal. A SC Cosit 106/26 eleva o custo de conformidade e cobra estratégia das SAFs.
Mais transparência, menos blindagem e lacunas que o Judiciário terá de preencher. A reforma da lei da SAF muda o cálculo de risco do futebol-empresa e cobra atenção de quem investe.