É a primeira vez que vivemos uma crise de saúde nessa escala e com consequências tão graves na economia. A lição que fica é que agora, mais do que nunca, não podem ser paralisados os trabalhos da reforma tributária.
No último dia 15 de abril, o Procurador Geral Da República - PRG apresentou parecer de 17 páginas sobre o assunto, dispondo de forma favorável ao entendimento dos contribuintes.
É cediço que toda mudança atinge a zona de conforto, não no aspecto financeiro da expressão (nem sempre o correspondente está em uma zona de conforto financeira).
A consequência política natural foi, inevitavelmente, a inversão dos papeis, na configuração representativa do Estado, por força da qual aos comandos dos súditos se transfere a hegemonia das funções estatais.
Cada caso deverá ser interpretado individualmente, devendo levar em conta, inclusive, se o empregador forneceu os equipamentos de proteção individual e cuidou da higiene do local de trabalho.