A violência dentro ou fora dos estádios de futebol tem sido, infelizmente, um fenômeno que destaca a criminalidade de multidão, quando graves problemas sociais ou políticos são denunciados em movimentos de rebelião civil.
Estive pensando, desde o Convite do meu querido "site" Migalhas para escrever sobre o tema em epígrafe, que vivi muitas fases em minha carreira: a primeira delas, de muitas dúvidas, medos, esperanças, alegrias infinitas pela primeira vitória processual; depois, a maturidade profissional, com tudo de bom que ela traz, mas, ainda acompanhada de alguma insegurança e vibrações efusivas com relação às surpresas do Direito.
Uma das propostas que a Comissão de Juristas responsável pela redação do anteprojeto de novo CPC vem divulgando é a consagração da regra da irrecorribilidade das decisões interlocutórias. Em síntese, apenas as interlocutórias que dessem ensejo a situações de perigo poderiam ser recorridas; o reexame das demais decisões ficaria para a apelação, que devolveria ao tribunal o exame da sentença e das decisões interlocutórias. Generaliza-se o regramento dos Juizados Especiais Federais.
No último carnaval muito se comentou sobre a Comissão de Frente da escola de samba vencedora, onde as bailarinas trocavam de roupa na frente do publico em um passe de mágica, onde não podíamos perceber como faziam tal malabarismo.
Este ano o mundo comemora o centenário do 8 de Março - Dia Internacional da Mulher. Porém, muitas pessoas desconhecem a real razão da escolha desta específica data e sua importância.
Todos sabemos que a profissão de advogado é intrinsecamente ligada às leis que guiam a sociedade. Mas e as leis que guiam os advogados? Falaremos aqui mais especificadamente das leis do marketing jurídico, que se seguidas corretamente, colocam o escritório - e por conseqüência seus advogados - corretamente dentro do contexto esperado pelo mercado, tanto em termos de suas atividades quanto de sua marca jurídica.
Os animais ao longo de centenas de milhares de anos vêm se adaptando fisicamente as exigências que a natureza lhes impõe, sem manifestar seus desejos e exteriorizar suas vontades. Simplesmente fazem o que tem de ser feito. Afiam garras e dentes, criam cascos mais duros, carapaças mais rígidas, além de outras formas de defesa para sobrevivência, manifestadas através de venenos, odores, sentidos hipersensíveis e assim por diante.