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Mensalão

Britto compara obrigação de condenar a gosto de jiló

Confira o acervo de frases ditas pelos ministros durante a quarta semana de julgamento da AP 470.

Da Redação

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Atualizado às 07:55

A primeira parte do julgamento da AP 470 pode estar no fim, mas as pícaras frases dos ministros parecem intermináveis. Confira algumas delas.

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Ministro Luiz Fux: "Só não muda de opinião quem já morreu", ao opinar que o magistrado fundamenta sua decisão à luz do convencimento magistral.

Ministra Cármen Lúcia: "São raras as moscas que caem na teia de Aracne", citando o penalista Nélson Hungria ao defender que a Justiça brasileira está cumprindo o seu papel ao julgar a ação penal do mensalão.

Ministra Cármen Lúcia: "Estava às claras para esconder", ironizou ao comentar que o saque da mulher do réu João Paulo Cunha teria sido feito "às claras".

Ministro Gilmar Mendes: "Os direitos somente têm direito frente a outros direitos".

Ministro Cezar Peluso: "A Câmara pagou por texto que até aluno da quarta série escreveria", dizendo que houve irregularidade na terceirização de serviços pela agência de Valério contratados pela Câmara.

Ministro Ayres Britto: "É um gosto de jiló, de mandioca-roxa, de berinjela crua, quando o juiz se vê na obrigação de condenar alguém".

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