23.set.2024Desembargador manda soltar Deolane Bezerra, sua mãe e outros investigadosDecisão não contempla Gusttavo Lima, que teve prisão decretada no mesmo caso.
23.set.2024Internet reage com memes a pedido de prisão de Gusttavo Lima; confiraA Justiça decretou a prisão do sertanejo Gusttavo Lima nesta segunda-feira, 23. O cantor é acusado de conexão com uma organização criminosa dedicada à lavagem de dinheiro, parte da Operação Integration.
23.set.2024TST: Motorista assediada por líder de parte do grupo Hyundai será indenizadaColegiado manteve a condenação da Glovis Brasil Logística, empresa do grupo coreano Hyundai, a pagar R$ 69 mil a motorista pelo tratamento misógino e a necessidade de desestimular práticas semelhantes.
23.set.2024Defesa de Gusttavo Lima se manifesta sobre prisão: "injusta e sem fundamentos legais"Em nota, assessoria disse que inocência do artista será devidamente demonstrada.
23.set.2024Amputação por acidente fora do trabalho gera indenização se não há readaptaçãoDecisão considerou que empresa descumpriu orientações médicas, resultando em assédio moral ao trabalhador.
23.set.2024Proprietária de gato deve ressarcir danos após ataque a cachorroA decisão foi unânime e considerou a negligência da proprietária do gato, que não utilizou coleira durante o passeio.
23.set.2024Mandado de prisão de Gusttavo Lima é emitido no sistemaSistema de consulta a mandados de prisão do CNJ já consta o documento como pendente de cumprimento.
23.set.2024Juíza que mandou prender Gusttavo Lima e Deolane coleciona polêmicasMagistrada também decretou a prisão preventiva de jornalista e foi investigada por suposta adoção ilegal.
23.set.2024Juíza também suspendeu passaporte e porte de arma de Gusttavo LimaA medida faz parte das investigações da operação Integration, que apura um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo diversas personalidades e que também determinou a prisão da influenciadora Deolane Bezerra e sua mãe, Solange Bezerra.
23.set.2024Garçonete não comprova coação e TST mantém acordo de rescisóriasA relatora, ministra Morgana Richa, afirmou que não houve provas de coerção, reafirmando que a anulação da homologação requer evidências claras de pressão.