13.out.2008
"A Ordem paulista não vai representar nem a Polícia Civil nem o Governo, porque não é sua função. Mas tentar sensibilizá-los, colaborar nesse diálogo para que se chegue o quanto antes a esse ponto de convergência, a um ponto comum". Dessa forma, o presidente da OAB/SP, Luiz Flávio Borges D´Urso resumiu o papel da entidade, que se propôs a ser mediadora nas negociações pelo fim da greve da Polícia Civil do Estado de São Paulo, durante reunião realizada sexta-feira 10/9, na sede da OAB/SP, com Sindicatos de Policiais Civis.