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Noronha deixa presidência da 4ª turma do STJ: “sensação de dever cumprido”

Ministro agradeceu aos colegas, servidores e integrantes do MP pelos dois anos à frente do colegiado e destacou relação de amizade construída na turma.

18/8/2026
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O ministro João Otávio de Noronha encerrou, nesta terça-feira, 18, seu mandato como presidente da 4ª turma do STJ. Ao final de sua última sessão à frente do colegiado, o ministro agradeceu aos pares e servidores pela convivência durante os dois anos de gestão e afirmou deixar o posto com a “sensação do dever cumprido”.

Noronha chegou a brincar com a possibilidade de permanecer na presidência por meio de uma reeleição, mas logo afastou a hipótese. Na sequência, dedicou sua manifestação a agradecer aos integrantes da turma.

“Esses dois anos como presidente, eu contei não só com apoio, mas com a delicadeza, com a sensibilidade.”

O ministro afirmou que procurou incorporar ideias e contribuições dos colegas durante a condução dos trabalhos. Em tom bem-humorado, disse ter sido um “grande ladrão” ao “roubar” dos pares ideias de bom senso e propostas que, segundo ele, contribuíram para melhorar a qualidade da prestação jurisdicional.

Noronha também mencionou nominalmente ministros com quem dividiu o colegiado durante o mandato e destacou a convivência harmônica, a consideração e o respeito recebidos.

“Tudo isso me faz hoje sair daqui com a sensação do dever cumprido.”

Ao agradecer também ao Ministério Público e aos servidores que atuam junto à turma, Noronha ressaltou a dimensão humana da atividade jurisdicional. Para o ministro, a relação estabelecida entre os integrantes da 4ª turma ultrapassou o ambiente profissional e se transformou em amizade.

Confira:

Na sequência, o ministro Raul Araújo agradeceu a Noronha pela condução da 4ª turma durante o biênio. Segundo o ministro, o presidente comandou o colegiado de forma “firme”, “elegante”, “suave”, “cordata” e “fraterna”, mantendo uma relação próxima com os demais integrantes.

Raul Araújo afirmou ainda que a gestão de Noronha deve servir de exemplo no “salutar rodízio republicano” dos cargos públicos e o definiu como modelo de liderança e condução de um colegiado.

Ao final, desejou felicidades ao ministro em seu retorno à bancada.

Veja:

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