MIGALHAS QUENTES

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19.mai.2010

STJ - Sistema de vigilância não torna réu impune

A presença de um sistema de vigilância em um estabelecimento comercial não afasta a punibilidade do réu, a ponto de reconhecer configurado o crime impossível, pela absoluta ineficácia dos meios empregados. A decisão é da 6ª turma do STJ que negou a um condenado de Minas Gerais o pedido de liberdade, com base na impossibilidade de consumação do crime de furto, por haver vigilantes na porta da loja que o impediu de levar uma mercadoria.

19.mai.2010

Lançamento das obras "Direito ao (do) patrimônio cultural brasileiro" e "Memória e verdade: a justiça de transição no Estado Democrático brasileiro"

A Editora Fórum lança hoje, durante a V Semana do Direito da UFC, as obras "Direito ao (do) patrimônio cultural brasileiro" e "Memória e verdade: a justiça de transição no Estado Democrático brasileiro", ambas de Inês Virgínia Prado Soares. A sessão de autógrafos será a partir das 18h, na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (rua Meton de Alencar, s/nº, Centro - Fortaleza).

19.mai.2010

Iluminuras entrevista o professor Sílvio Venosa

No programa Iluminuras de hoje, você vai conhecer uma obra rara encontrada na Biblioteca da Câmara dos Deputados. O livro "Virgílio" foi escrito entre os anos 70 e 19 a.C.. Trata-se da primeira edição dos comentários de Maurus Servius Honoratus, feitos por iniciativa de Pierre Daniel no período de 1530 a 1603. O gramático Honoratus escreveu diversos comentários sobre as obras de Virgílio, considerado um dos maiores poetas de Roma.

19.mai.2010

STJ - Falha na instrução do processo ocasiona a rejeição no recurso do autor Lauro César Muniz

Uma falha observada na instrução de recurso especial interposto pela defesa do autor de TV Lauro César Muniz ao STJ levou o Tribunal a rejeitar o pedido. Segundo afirmou o relator do caso, ministro Luis Felipe Salomão, em decisão monocrática, não há como o STJ conhecer do recurso, uma vez que não foi observado durante a sua instrução o recolhimento das custas judiciais e do porte de remessa dos autos mediante a GRU, conforme estabelece a Resolução nº1 do STJ.

19.mai.2010

Juíza Federal entende que intervenção do MP em ação declaratória de imunidade é impertinente

O Juízo da 6ª vara Federal da seção judiciária do Distrito Federal, em causa patrocinada pela Covac Sociedade de Advogados, reconheceu a impertinência da intervenção do MP em ação declaratória de imunidade que, se procedente, apenas traria reflexos patrimoniais à Fazenda Pública. Segundo o Juízo, mera verificação do interesse patrimonial da Administração é insuficiente para tornar obrigatória a intervenção do MP no feito, mormente considerando que a pessoa jurídica em questão dispõe de representantes judiciais para promover a sua defesa.