29.jan.2009
"A Justiça não pode corrigir todos os males, mas pode ser pedagógica, apontar caminhos e, sobretudo, mostrar-se como possível. Frio e lúgubre seria o mundo onde não se divisasse o conserto da violência, da ganância e da crueldade."
A afirmação é de Luiz Cláudio Veiga Braga, que assumiu ontem, dia 28, a 32ª vaga de desembargador, destinada ao ao quinto Constitucional. "À Justiça cabe a tarefa da utopia. Frear desmandos, garantir voz aos mudos, luz aos cegos, erguer pequenos e sossegar a impiedade e a ganância dos poderosos", acrescentou.