Advogado atuante na área de mídia e liberdade de expressão, mestre em Direito pela Uerj, doutorando em Direito pela PUC-Rio e sócio do Flora, Matheus e Mangabeira Sociedade de Advogados e Vice-presidente da Comissão de Lawfare do IAB nacional.
O artigo sustenta que o poder das big techs constitui uma reedição do colonialismo mercantil, agora centrado na extração e controle de dados como recurso estratégico.
O artigo alerta sobre os graves riscos à privacidade e à soberania nacional ao exigir dados biométricos para verificação de idade em plataformas estrangeiras.
O reconhecimento quilombola não é simples ato declaratório, nem gesto benevolente do Estado, mas resultado de luta social, resistência histórica e produção coletiva de sentido.
O texto analisa a "legislação de encomenda" sob a ótica da doutrina constitucional. Examina como o vício de vontade e a influência estrangeira anulam a soberania, tornando leis compradas nulas.
Artigo analisa como a inteligência artificial tem sido usada para diluir o dolo em ataques civis, atualizando o conceito de Lawfare. Um olhar crítico sobre a isenção de responsabilidade técnica.
O texto denuncia a lei 23.597/25 de Goiás por invadir competência da União, gerando insegurança jurídica e atropelando direitos quilombolas em prol de interesses geopolíticos estrangeiros.
O texto critica a nova Doutrina Monroe, que usa o "narcoterrorismo" como ferramenta de lawfare para intervir na soberania da América Latina, criminalizar líderes e impor o domínio dos EUA.
Ministro considerou decisão que determinava retirada do documentário do ar como violação à liberdade de imprensa e à jurisprudência firmada pela ADPF 130....