O Judiciário perpetua a desigualdade social ao criar acórdãos que blindam decisões, dificultando o acesso à revisão pelo STF, beneficiando as classes altas.
O VPO exige antecipação, registro e controle da execução. Contratos e cadastros não bastam: a fiscalização do embarque evita fornecedores irregulares e responsabilidades indevidas.
O debate fiscal no país atualmente concentra-se no percentual recolhido aos cofres públicos, mas ignora a perda de competitividade causada pelas horas gastas para decifrar a complexidade do sistema.