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Advogado alega que foi clonado e aciona STF contra celebridades e papa

Em petição de 59 páginas, advogado afirmou ser vítima de clonagem de DNA, controle mental e perseguições e incluiu autoridades, empresários e artistas entre os réus.

17/7/2026
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Advogado ajuizou no STF ação indenizatória com pedido de R$ 12 bilhões por danos materiais e morais, afirmando ser vítima de uma suposta organização criminosa internacional responsável por clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental, perseguições e tentativas de homicídio, além de atribuir participação nos fatos a autoridades, artistas, empresários e líderes religiosos.

Na petição, que soma 59 páginas, ele também pede que o Judiciário determine uma série de providências investigativas e medidas relacionadas às tecnologias mencionadas na ação.

Entre os réus indicados inicialmente estão a União, Polícia Federal, Ministério Público Federal, diversos Estados e respectivas polícias civis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, a Igreja Católica, representada pelo Papa Leão XIV, a CNBB, além de familiares do autor e outras pessoas físicas.

Posteriormente, o autor protocolou aditamento para incluir novos réus, entre eles Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Bill Gates, Leonardo DiCaprio, Charlie Sheen, Vinícius Júnior, Ivete Sangalo, Miguel Falabella, Camila Queiroz, Wesley Batista, Elie Horn, André Gerdau Johannpeter e diversos outros empresários e artistas.

Ação no STF tem extensa lista de requeridos.(Imagem: Reprodução)

Acusações

Na narrativa apresentada ao STF, o advogado sustentou que existe uma organização criminosa internacional que utilizaria satélites, robôs e outras tecnologias para promover clonagem de DNA, alteração genética, manipulação de material genético, controle mental, perseguições, violência sexual, desaparecimento de pessoas, lavagem de dinheiro e desvio de patrimônio.

Segundo ele, integrantes desse grupo estariam infiltrados na Polícia Federal, no Ministério Público e no Poder Judiciário. A petição também afirmou que a organização utilizaria uma tecnologia capaz de "voltar no tempo" para alterar acontecimentos, ocultar crimes e modificar provas.

O autor afirmou que comunicou esses fatos à Polícia Federal desde 2023, mas sustentou que nunca houve investigação adequada. Entre os documentos anexados ao processo, juntou manifestação apresentada à ouvidoria da PF, posteriormente arquivada, na qual fazia acusações semelhantes.

Em diversos trechos, o autor também atribuiu à suposta organização responsabilidade por acontecimentos de grande repercussão, como crises financeiras de empresas brasileiras, guerras internacionais, desaparecimento de crianças, infiltração em órgãos públicos e manipulação da economia mundial.

Advogado alega esquema de clonagem de DNA envolvendo autoridades, empresários e celebridades.(Imagem: Arte Migalhas)

Nos pedidos formulados, o advogado requereu que a Polícia Federal e as polícias civis dos Estados citados instaurem investigações sobre os fatos narrados e apresentem relatórios nos autos. Também pediu acompanhamento do caso pelo MPF, quebra do sigilo telefônico de pessoas por ele indicadas, concessão de medida protetiva, comunicação da ação ao FBI, por intermédio da Embaixada dos Estados Unidos, e produção de todas as provas admitidas em direito.

Além da indenização de R$ 12 bilhões, solicitou que a União seja obrigada a adotar medidas como controle das tecnologias descritas na ação, criminalização da clonagem de DNA, proibição da alteração genética e da manipulação de material genético, mediante pronunciamento do Judiciário.

Em aditamento posterior, o autor ampliou a lista de réus e passou a requerer, em tutela de urgência, pagamentos mensais e percentuais sobre o faturamento de empresas ligadas aos novos demandados.

Entre os pedidos estão percentuais sobre o faturamento da Meta, Microsoft, Ambev, Cyrela, Gerdau e Friboi, além de pensões mensais que variam entre R$ 2 mil e R$ 35 mil a algumas das pessoas incluídas no processo.

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