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Marçal diz que aceita vaga no STF se Flávio vencer: “vou tocar o terror”

Empresário citou diploma de Direito e afirmou estar disposto a assumir outras funções caso o senador seja eleito presidente.

7/10/2026
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O empresário e influenciador Pablo Marçal afirmou que aceitaria integrar a Suprema Corte por indicação de Flávio Bolsonaro, caso o senador seja eleito presidente. Ao mencionar seu diploma de Direito, disse que iria “tocar o terror lá no STF”.

Uma cadeira entre as opções

A possibilidade foi levantada pelo próprio Marçal durante participação em programa da BNTV Brasil, no domingo, 4. Enquanto comentava o resultado do primeiro turno, ele manifestou disposição para assumir funções que Flávio lhe atribuísse em uma eventual gestão.

Ao cogitar uma indicação para o Supremo, Marçal mencionou seu diploma de Direito e declarou:

“Eu vou tocar o terror lá no STF.”

O empresário também citou um possível ministério da “Superinteligência” e reiterou que aceitaria outras funções. Assim, colocou-se à disposição tanto para uma eventual indicação ao Judiciário quanto para atuar no Executivo.

Veja:

Fora da disputa

Marçal está inelegível até 2032 em razão de condenação relacionada à realização de concursos de cortes de vídeos durante a campanha à Prefeitura de São Paulo, em 2024. A prática foi considerada uso indevido dos meios de comunicação social.

O empresário também teve o registro de candidatura à Presidência da República pelo PRTB rejeitado por unanimidade pelo TSE em 11 de setembro. O pedido foi negado por falta de comprovação de filiação partidária dentro do prazo legal.

Além do diploma

Para integrar o Supremo, uma indicação presidencial é apenas uma das etapas. O escolhido precisa cumprir os requisitos constitucionais e obter a aprovação do Senado antes de ser nomeado.

A Constituição exige que os ministros sejam brasileiros natos, tenham mais de 35 e menos de 70 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada. A graduação em Direito não aparece expressamente entre essas condições.

Após a indicação pelo presidente da República, o nome passa por sabatina na CCJ e segue para votação no plenário do Senado. A aprovação exige maioria absoluta, correspondente a pelo menos 41 dos 81 senadores.

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