Advogada e criminóloga. Atua em reparação socioambiental e governança de conflitos coletivos. Especialista em due diligence em direitos humanos e atingidos por barragens.
Análise crítica reparação socioambiental no Brasil, apontando ausência de déficit normativo e falhas de governança, com crítica ao formalismo, à autocomposição desigual e à fragmentação institucional.
PL das terras raras avança com força econômica, mas revela fragilidades jurídicas que expõem territórios e comunidades a riscos sob a lógica da aceleração e da baixa proteção.
Artigo analisa o reconhecimento dos territórios pesqueiros no PNRA como dever constitucional, afirmando direitos territoriais, consulta prévia e combate ao racismo ambiental nas zonas costeiras.
Uma leitura crítica dos ODS a partir do Direito e dos conflitos socioambientais, questionando a distância entre a agenda 2030 e a democracia material vivida nos territórios brasileiros.
Artigo jurídico urbanístico revela adoecimento do território, expõe falhas da política urbana e afirma não haver cidade inteligente sem função social, justiça e prevenção jurídica.
Por que os maiores danos ambientais seguem fora do Direito Penal? O artigo enfrenta a blindagem penal do grande dano, analisando tipicidade, imputação estrutural e dolo eventual nos crimes ambientais.
O texto analisa a seletividade penal ambiental ao silenciar a natureza como vítima, defendendo o sujeito ecológico como fator de intensificação penal frente à gestão jurídica do desastre.
Artigo analisa a TAUS como instrumento precário na regularização ribeirinha, defendendo que só pode atuar de forma transitória, sem substituir direitos territoriais constitucionais.
Licenciar terras raras exige prova hídrica prévia e compatível, matriz de risco, PNAB quando houver barragens, garantias ex ante e telemetria pública. Sem isso, a lei impõe o indeferimento.