Advogada e criminóloga, especialista em impacto social e governança socioambiental. Atua em direitos humanos, gestão de riscos sociais e reparação de danos coletivos. Consultora ESG - Pilar Social.
Artigo analisa a TAUS como instrumento precário na regularização ribeirinha, defendendo que só pode atuar de forma transitória, sem substituir direitos territoriais constitucionais.
Licenciar terras raras exige prova hídrica prévia e compatível, matriz de risco, PNAB quando houver barragens, garantias ex ante e telemetria pública. Sem isso, a lei impõe o indeferimento.