É hora de inovar. É hora de quebrar paradigmas. Precisamos nos permitir. A ode à tradição da nossa advocacia, que merece ser mantida e exaltada, não significa um rompimento com o novo.
Não se espera que um projeto de lei elaborado com a participação e apoio da sociedade civil organizada, aprovado em consenso e regime de urgência no Congresso Nacional, ao ser enviado à sanção presidencial, seja mutilado para tornar-se uma lei natimorta.
Valorizar o instituo é acima de tudo aperfeiçoar a jurisprudência brasileira com a experiência inesgotável da Advocacia e do Ministério Público. E quem ganha é o cidadão.
Resta esclarecer que, inobstante as alterações legais, em razão de algumas antinomias com a Constituição Federal e outras leis, ainda não houve pacificação no Tribunal Superior do Trabalho (TST) quanto à aplicação da nova legislação.
Uma das causas da reconhecida explosão de demandas no Judiciário brasileiro tem sido a omissão do Poder Legislativo em enfrentar temas espinhosos que eventualmente desagrade a setores consideráveis da sociedade e de grupos políticos com ascendência sobre as respectivas bancadas.