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Em crítica a Lava Jato, Gilmar diz que Moro não sabe se "tigela é com G ou J"

Durante sessão do plenário nesta quinta-feira, 26, ministro afirmou que debate público concentra críticas no Supremo e ignoraria outros problemas institucionais.

26/2/2026
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No início da sessão do plenário do STF nesta quinta-feira, 26, o ministro Gilmar Mendes criticou o que classificou como foco excessivo no Supremo como centro dos problemas nacionais.

Segundo o decano, se “um alienígena” chegasse ao Brasil e acompanhasse apenas o noticiário recente, poderia concluir que todos os problemas do país se restringem ao STF e que a Corte seria a única instituição a merecer aprimoramentos.

Gilmar também afirmou causar perplexidade o fato de veículos de comunicação que teriam exaltado a operação Lava Jato não terem feito, até o momento, um “meia culpa” diante de abusos revelados por documentos da Operação Spoofing.

"Como todos sabem, e eu não quero constranger ninguém, muitos jornalistas importantes, hoje talvez até promovidos na mídia qualificada, eram ghostwriters de Moro e companhia."

Na mesma manifestação, Gilmar Mendes fez referência direta ao ex-juiz Sérgio Moro, ao afirmar que ele “precisava de ghostwriters”, acrescentando que talvez não soubesse escrever “com G ou com J a palavra tigela”.

O ministro disse que a observação deveria ser feita “com toda a clareza” e defendeu uma reflexão crítica sobre aquele período, no contexto das discussões sobre a atuação institucional e a cobertura dos acontecimentos relacionados à Lava Jato.

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