Doutoranda. Mestre em Direito Médico pela Unisa. Especialista em Direito da Medicina pela Universidade de Coimbra. Especialista em Bioética pelo Einstein. Autora do Livro "Arbitragem e Direito Médico"
Arbitragem no setor da saúde cresce como alternativa estratégica ao Judiciário, oferecendo decisões técnicas, mais previsíveis e alinhadas à complexidade regulatória e empresarial do setor.
A aplicação da lei Geral de Proteção de Dados Pessoais na saúde revela falhas operacionais em hospitais e clínicas, com riscos jurídicos pela baixa integração entre governança e regulação sanitária.
Celeridade ou risco? O artigo revela como o fast-track na ANVISA pode comprometer a segurança sanitária e questiona os limites entre eficiência e proteção à saúde.
No último dia 8/6/22, a 2ª turma do STJ, firmou a tese sobre o rol de procedimentos da ANS, entendendo a maioria dos ministros que o rol de procedimentos é taxativo.
O decreto 11.034/22 – novo decreto que regulamenta o serviço de atendimento ao cliente traz algumas disposições do ponto de vista de privacidade e proteção de dados. Algumas são previsões novas enquanto outras repetem condições que já eram estabelecidas pelo decreto 6.523/08
A regulamentação da telemedicina no Brasil, o projeto de lei 1998/20, que foi pautado para análise do Plenária da Câmara dos Deputados nos dias, 5, 6 e 7 de abril de 2022, não teve a sua matéria apreciada em face do encerramento da sessão, espera-se que o projeto entre novamente na pauta e seja finalmente apreciado.
A telemedicina está no centro das recentes discussões sobre o uso da tecnologia na saúde, sobretudo em razão da pandemia da SARS-CoV-2, que alterou significativamente a prática médica em todo o mundo e, principalmente, no Brasil, carecendo de regulamentação específica, de uso não emergencial, para que sua prática tenha continuidade após a pandemia.