A curadoria especial estabelecida em testamento configura-se como uma forma de planejamento legítima e viável para os detentores de participações societárias.
O apartheid social no Brasil não se resolve forçando os shopping centers a equacionar o problema, com franco e irrestrito acesso do público aos seus espaços.
O tempo obscuro de medo e violência em que vivemos passará. A solução está nos jovens e nas mulheres, que mudarão a Terra em ciclones de igualdade, solidariedade, educação, liberdade e paz.
A nossa CF proclama a igualdade perante a lei, embora alguns espaços de convivência e lazer não sejam acessíveis a todos. Do mesmo modo, prosseguimos enaltecendo a história de Madiba, sem prestigiar a sua causa.
No atual nível da Democracia brasileira, não dá para aceitar que o segurança do shopping possa escolher quem merece entrar ou não naquele espaço de acesso público.
De um lado a sociedade pede reformas para fomentar a competitividade de empresas brasileiras no mercado global e atrair mais investimentos externos. Do outro, no Congresso, ainda há quem defenda a redução dos direitos de propriedade intelectual.