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Preâmbulo Tech lança CPJ Safe, infraestrutura de identidade digital

Solução centraliza certificados digitais e credenciais em cofre em nuvem com criptografia bancária, rastreabilidade total e conformidade com a LGPD.

17/6/2026
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A Preâmbulo Tech lançou o CPJ Safe, uma infraestrutura de governança e controle de identidade digital desenvolvida a partir de um problema que atravessa escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de todos os portes. O uso descontrolado de certificados digitais e credenciais de acesso a tribunais é uma realidade que a solução veio resolver.

A empresa explica que o diagnóstico que motivou o produto é incômodo, e conhecido por quem opera na área. Certificados A1 de sócios compartilhados por WhatsApp. Senhas de sistemas judiciais trafegando por e-mail. Nenhum registro de quem usou, quando usou ou para quê. Um modelo que não escala, não atende exigências de compliance e não protege a empresa quando algo dá errado.

"Qualquer escritório com mais de dois colaboradores usando o mesmo certificado já está exposto. O problema não é de tecnologia, é de gestão, e a maioria das operações jurídicas ainda não percebeu isso", afirma Kazan Costa, CEO do Grupo Preâmbulo.

O CPJ Safe funciona como um cofre digital de nível bancário. Os certificados A1 e as credenciais de acesso são centralizados em ambiente em nuvem com criptografia AES-256, o mesmo padrão utilizado por instituições financeiras. A partir daí, a gestão do escritório define com precisão as regras de acesso, determinando quem pode usar determinado certificado, em qual sistema, em qual horário e para qual finalidade.

A ferramenta reforça a segurança, controle de acesso e a gestão da identidade digital.(Imagem: Magnific)

Para o operador, segundo a empresa, o uso é simples, pois basta acionar o certificado diretamente pelo navegador, via extensão nativa para Chrome ou Edge, sem nenhuma instalação local. Para a gestão, cada ação gera automaticamente um log auditável, com registro de horário, IP e o responsável pela execução. Concessão e revogação de acessos acontecem em segundos.

A lógica é a do princípio do menor privilégio. Cada colaborador acessa apenas o que precisa para trabalhar. Nada além disso.

O risco não é técnico, é jurídico

Um dos pilares do CPJ Safe, segundo a Preâmbulo Teché a compreensão de que o problema dos certificados compartilhados não é, em essência, uma questão de TI. É uma questão de responsabilidade jurídica. Assinaturas sem autoria comprovável, uso indevido de certificado de sócio, ausência de evidências em auditorias e impossibilidade de defesa em litígios são os riscos reais de uma operação que não tem rastreabilidade.

O CPJ Safe endereça diretamente a adequação à LGPD, criando trilhas de auditoria com evidências claras e permitindo a segregação de funções dentro da operação. O resultado é uma migração do risco informal para a governança institucional, com proteção para sócios, diretoria e toda a cadeia operacional.

"O CPJ Safe nasceu da nossa própria experiência operando dentro do mercado jurídico há 37 anos. Vimos de perto os riscos que certificados sem controle geram para sócios e escritórios. Criamos a solução que gostaríamos de ter tido", afirma o executivo.

Modelo de entrada acessível

Preâmbulo destaca que o modelo comercial foi desenhado para eliminar a barreira de adoção. O CPJ Safe não tem custo de implantação e a entrada é imediata, sem investimento inicial. A cobrança é mensal, baseada no número de usuários e certificados ativos, o que permite começar com poucos acessos e escalar conforme o crescimento da operação. A solução integra o portfólio do Grupo Preâmbulo, compondo um ecossistema completo de tecnologia aplicada ao setor jurídico.

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