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Dez anos
11.jan.2012

Dez anos

José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro

Em espírito de aniversário, o advogado relembra a memorável contribuição do jurista Miguel Reale na criação do novo Código Civil, que hoje completa dez anos de existência. O causídico reaviva as palavras do mestre que costumava dizer que o CC é "o código do homem comum, pois atingia o ser humano desde antes de seu nascimento até os atos de última vontade".

Execução de acordo de acionistas?
11.jan.2012

Execução de acordo de acionistas?

O advogado aponta que é incorreto o uso da palavra "execução" no que diz respeito a acordos de acionistas . Ele desenrola a matéria e esclarece que, ao contrário do que pode parecer, essa discussão não é meramente acadêmica.

A penhorabilidade do bem de família luxuoso
11.jan.2012

A penhorabilidade do bem de família luxuoso

Marcos Andrade e Diego Garcia

Com a reforma do CPC, os advogados trazem à tona um tema delicado : os limites financeiros da impenhorabilidade do bem de família. Eles afirmam que o conceito de "direito ao patrimônio mínimo" encontra-se permeado de subjetivismo e em dissonância com os anseios de credores.

Judiciário: o bem e o mal
10.jan.2012

Judiciário: o bem e o mal

O ínclito ministro fomenta a polêmica acerca da competência do CNJ afirmando que sua legitimação não é concorrente, muito menos excludente. Em relato da trajetória do controvertido órgão, o ministro defende os valores constitucionais asseverando que, "em época de crise, é preciso cuidado redobrado, de modo a evitar que paixões momentâneas orientem os agentes, em detrimento da reflexão maior que deve anteceder a edição dos atos em geral".

Os consumidores nas praias
9.jan.2012

Os consumidores nas praias

O advogado atenta os consumidores sobre as práticas comerciais abusivas de quiosques e vendedores nas praias no período de férias e aconselha a procura pelos órgãos fiscalizadores.

Avanços, recuos e esperanças: a lei 12.551/2011
6.jan.2012

Avanços, recuos e esperanças: a lei 12.551/2011

Murilo C. S. Oliveira

Segundo o juiz do Trabalho da Bahia, a ampliação da proteção trabalhista no art.6° da CLT é um avanço, no entanto, o caminho escolhido pelo legislador foi um recuo, já que os conceitos utilizados induzem uma definição restrita e insuficiente das relações de trabalho contemporâneas. "Talvez fosse mais eficaz uma mudança de mentalidade e de olhares do que uma nova lei", afirma.

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