Muitos se deparam com um óbice que se chama "exame da OAB", para que se possam qualificar "advogados". Essa máxima decorre da nobreza, ereta, póstuma, indefectível, pois a nobre das nobres é por assim dizer, digna de ter algum merecimento extra. Assim, a advocacia não pode virar balcão de negócios, e por isso, o exame da OAB mais rigoroso do que o presente, absolutamente necessário.
O rio São Francisco, conhecido como Opará pelos indígenas, ou "Velho Chico", denominação popular, possui extensão de 2.800 quilômetros, banha sete Estados e quinhentos e três municípios, drenando área aproximada de 640 mil quilômetros; na altura de Cabrobó/PE, o rio tem um desvio natural, rumando para o litoral e deixando sem seus benefícios o Ceará, a Paraíba e o Rio Grande do Norte.
Com o termo final da cobrança da malfadada figura da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), mas também outra figura, que infelizmente não foi percebida pelo mundo jurídico.
José Roberto Dromi em livro, de sucesso na Europa, faz uma crítica muito bem fundamentada acerca da crise institucional do judiciário argentino. Trata-se do livro: "Los Jueces - es la justicia um tercio del poder?" (Buenos Aires: Ediciones Ciudad Argentina, 1992). Dentre seus apontamentos preliminares estão a falta de eficácia e celeridade da justiça, devido a ausência de informatização e a condenação por absoluta e lenta solução dos conflitos.
Quando se fala em "flexibilização da CLT" somos remetidos à idéia da retirada de direitos dos trabalhadores, tal qual como querem certos economistas e agentes políticos etc, autodenominados representantes do "moderno" capitalismo, ao criar - e estimular - essa imagem para desviar, maliciosamente, o rumo de discussões mais sérias que o assunto comportaria.
Todos os anos, janeiro é a mesma coisa. As pessoas se preparam para trabalhar, infelizmente, só depois do carnaval. Nada acontece em termos de negócios, a letargia é geral. Monteiro Lobato, em um dos seus livros infantis, se não me engano "Travessuras de Pedrinho", dizia que abril era o mês da preguiça. Mas hoje tenho certeza de que o brasileiro, com certa razão, transformou o mês de janeiro até o "entrudo" no período do "nada acontece".
Ver não é tão difícil, é só ter olhos.
Mas olhar e sentir, buscar compreender, encarar o cenário e refleti-lo, não é para qualquer um. Enxergar assim, claramente, com visão responsável, implica em compromissos. E o mundo no derredor é isso.
A combativa revista mensal "Caros Amigos", que só li agora mas data de julho de 2006, publicou extensa e inteligente entrevista do famoso arquiteto Oscar Niemeyer, considerado, quase à unanimidade, um gênio da profissão. Como todos sabem, Niemeyer é um comunista que jamais tentou esconder suas convicções. Defende-as com vigor e destemor - é um dos poucos com coragem de defender Stálin -, não sendo possível duvidar de sua sinceridade.
Poetou Drummond de Andrade que "Não há vivos; há os que morreram e aqueles que esperam a vez...". Pois bem. Enquanto paciente (e irresignadamente!) aguardo a minha, assisto à partida dos amigos e contemporâneos.
O fortalecimento do mercado de valores mobiliários brasileiro propiciou às empresas brasileiras a capacidade de obtenção de grandes volumes de recursos no mercado, notadamente por meio da abertura de capital e listagem na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), os "IPOs".