A saúde, a violência e o desemprego constituem as maiores preocupações dos brasileiros. As propostas e leis anunciadas e criadas não facilitam a vida do cidadão.
O circo midiático e político montado em torno da agonia da americana Terri Schiavo tem pelo menos a virtude de trazer à discussão o sempre polêmico assunto que é a medicalização da vida, --expressão que, quando começou a circular nos meios acadêmicos, em meados de 1960, pretendia discutir apenas a qualidade e a quantidade dos medicamentos ministrados a doentes em estágio terminal ou não.
Um dos maiores desafios brasileiros da última década é a informalidade que domina o mundo do trabalho. A dificuldade começa pelo diagnóstico do problema.
O ano de 2004 demarcou, de certa forma, a retomada dos investimentos estrangeiros (relevantes) em clubes de futebol do Brasil após 3 anos de estagnação.
Fala-se de uma nova ordem jurídica, trazida pela Constituição Federal, por novos
ordenamentos jurídicos onde se sobressaem o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor.
Defender é uma arte; acusar também o é, menos nobre, é verdade, pois o homem nasceu para ser livre, não para ser preso; logo, lutar para fazer valer a liberdade de alguém, indiscutivelmente, é mais longânime do que lutar para encarcerá-lo (o que, obviamente, não torna quem acusa menos digno ou magnânimo, muito pelo contrário).
As questões ambientais, hodiernamente, deixaram de ser tratadas como questões isoladas, responsabilidade única dos entes governantes ou dos proprietários de terras, plantações, órgãos de pesquisa, etc.
A Lei 11.079, de 30 de dezembro de 2004, que trata da Parceria Público-Privada (PPP), trouxe importantes inovações para a contração pela administração pública de serviços e obras públicas. No entanto, a lei das PPP tão somente regula duas novas formas de concessão onde a administração pública passa a ser sócia do parceiro privado na empresa que receberá a concessão.
A propositura da ação civil pública pelo Ministério Público enseja a possibilidade do servidor público, que figura como réu, ser afastado de suas funções "pro tempore".