A ANS redefine sua abordagem regulatória ao enfatizar a importância da governança proativa e do controle contínuo dos riscos operacionais pelas operadoras.
A IA já transforma a medicina. O artigo mostra que inovação, sem governança jurídica, pode deixar de ser avanço e se tornar risco ético, clínico, regulatório e reputacional.
Na impossibilidade de participar do Fórum de Lisboa, escrevo para registrar um pedido de desculpas e expor as reflexões que apresentaria no painel sobre constitucionalismo transformador.