A prática jurídica, historicamente associada ao litígio, tem imposto aos operadores do Direito níveis alarmantes de estresse, ansiedade e esgotamento emocional.
O texto aborda o fato de o STJ reconhecer que a autorregulação das exchanges contribui para a efetividade das execuções e reforça seu papel como parceiras do Judiciário.
O artigo analisa exigências cartorárias abusivas, seus impactos na função social do registro e propõe soluções para conter o formalismo excessivo nas serventias.
O dever de renegociar dívidas, previsto na lei 14.181/21, surge como princípio essencial para enfrentar o superendividamento e garantir a dignidade do consumidor.
Se a sociedade não cooperar com as problemáticas que tangenciam o mercado de crédito, podemos vislumbrar um cenário de escassez, cujos impactos socioeconômicos são péssimos.