As redes sociais parecem mostrar apenas boas notícias e grandes conquistas, criando uma imagem positiva. No entanto, a história mostra que avanços técnicos não garantem justiça social, e a comunicação política nas redes levanta questões éticas e legais.
Compliance é a prática de garantir que empresas sigam normas e ética, protegendo sua integridade. No Brasil, ganhou destaque com a lei anticorrupção (lei 12.846/13), que incentiva a conformidade para evitar sanções e melhorar a reputação.
A implementação do pix pelo Banco Central possibilita transferências rápidas, mas levanta questões jurídicas sobre o pagamento de salários conforme os artigos 463 e 464 da CLT, que exigem pagamento em moeda corrente ou depósito bancário.
A evolução tecnológica gera um ciclo contínuo de inovações interligadas. Na advocacia, isso se traduz em transformações significativas, como a digitalização de processos e a automação com IA.
O crescimento das startups e investimentos em tecnologia destaca a necessidade de regulamentação e boas práticas de governança. Estruturas sólidas garantem transparência, responsabilidade e sucesso a longo prazo.
O RIGI - Regime de Incentivo ao Investimento, da "Ley de Bases y Puntos de Partida para la Libertad de los Argentinos", visa revitalizar a economia da Argentina com benefícios fiscais e garantias para atrair investimentos.
Entenda como o procedimento de due dilligences e as recentíssimas alterações à lei 13.097/15 podem proteger os adquirentes de bens imóveis contra a fraude a execução.
A súmula 128, I do TST exige que a parte recorrente efetue o depósito recursal para evitar deserção. Recentes decisões judiciais divergem sobre a validade de pagamentos feitos por terceiros ou advogados.
76% das direções jurídicas intensificaram a digitalização pós-covid, adotando ferramentas colaborativas. 95% planejam mais digitalização em 3 anos, enfrentando desafios em riscos contratuais e conformidade.
O mercado de apostas esportivas no Brasil, que movimentou R$ 120 bilhões em 2023, está sendo regulamentado pela lei 14.790/23 e Portarias SPA/MF 722 e 827/24. Casas de apostas enfrentarão custos altos para autorização e tributação de 15%, o que pode impactar os custos para apostadores.