O provimento 216/26 do CNJ reacende o debate sobre atos cooperativos na recuperação judicial e levanta um dilema interpretativo: forma institucional ou essência mutualística?
O artigo analisa a distância entre norma e prática nas contratações públicas e mostra como entraves estruturais e interesses políticos ainda dificultam compras públicas sustentáveis no país até hoje.
Debate no STF sobre a CELEPAR mostra que dados públicos não são meros ativos: são infraestrutura estatal crítica. A desestatização exige governança, controle público e rigor na LGPD.
Análise econômica e jurídica mostra que o aumento do Imposto de Importação pelas resoluções GECEX 852 e 853 revela finalidade arrecadatória incompatível com a natureza extrafiscal do tributo.
Exame jurídico da viabilidade econômica de franquias de totens carregadores de celulares e dos riscos informacionais na relação entre franqueador e franqueado.
O artigo examina o guia do Cade e propõe regras para acordos de sustentabilidade ambiental, reforçando segurança jurídica e cooperação entre empresas sem prejuízo à concorrência.