Os debates em torno da governança do futuro apontaram a necessidade de criação de um espaço permanente de diálogo, em que o Brasil possa estar conectado ao debate global de grandes temas da atualidade.
Certo é que estamos diante de algo novo, talvez ainda desconhecido; as turbulências à frente são reais, mas o enfrentamento demanda certamente uma postura mais firme do BC e não menos do que uma rígida e crível disciplina fiscal.
Como num avião, os passageiros sempre contam com o piloto, mas é sempre melhor quando ele pouco faz perante os controles da aeronave, mesmo nas turbulências.
Essa iniciativa poderia ser uma resposta bem mais rápida aos desafios da promoção de um crescimento econômico sustentável das nações do que os malabarismos orçamentários que, na maior parte das vezes, são soluções apenas paliativas que acabam gerando mais problemas do que benefícios.