O debate no FEM 2026 sobre IA revelou mudanças estruturais no trabalho, com efeitos diretos nas carreiras jurídicas e na necessidade de rever os modelos tradicionais de formação em direito.
A utilização seletiva de enunciados do FPPC pelo Judiciário revela incoerência decisória e fragiliza o dever constitucional de fundamentação, prejudicando, como sempre, o acesso pleno à jurisdição.
Comparação entre doação em vida e testamento no planejamento sucessório, destacando vantagens, riscos e como escolher a estratégia ideal para garantir segurança familiar.
O texto analisa os vetos da LC 225/26 como barreira ao risco moral. Vetos impedem um "Refis permanente", mantendo conformidade, isonomia e responsabilidade fiscal.
O texto analisa a nova lei 15.240, de 2025, que consagra o abandono afetivo como ilícito civil, inserindo no Direito brasileiro uma dimensão inédita da responsabilidade parental.
Nos últimos anos, o STF proferiu decisões que não apenas interpretaram a lei, mas que a criaram e modificaram seu sentido. Regras que deveriam ter sido criadas pelo Congresso Nacional.