Quando o STF pressiona o Banco Central e expõe seus diretores como suspeitos, inverte valores, enfraquece a autoridade monetária e tensiona perigosamente os limites institucionais.
O artigo analisa a seletividade da defesa internacional da liberdade, contrastando a atuação rigorosa na Venezuela com a omissão diante de graves violações de direitos humanos na África.
A limitação temporal na esfera administrativa protege a celeridade, mas admite provas e manifestações tardias para assegurar a verdade e o interesse público.